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Vocação e missão de um médico consagrado

Nos lugares em que esteve, Pedro Subtil, médico consagrado na Comunidade de Aliança, destaca que as necessidades do homem permanecem as mesmas. “O homem tem sede de Deus em qualquer língua que ele fale”.

Há quem diga que a medicina é como o sacerdócio devido à total dedicação que ela exige. De fato, cuidar de pessoas é mais do que um trabalho, é um missão. Para além do cuidado físico dos pacientes, o médico Pedro Subtil, consagrado da Comunidade de Aliança, aproveita as oportunidades que Deus o dá para evangelizar no contexto hospitalar, testemunhando a sua experiência com Deus.

O consagrado partilha que a evangelização dos outros médicos não é algo difícil, mas precisa ser no momento certo. Além disso, o TAU, sinal da Vocação Shalom, ajuda bastante, pois as pessoas se interessam e perguntam. Uma das experiências de evangelização que Pedro viveu foi com uma jovem médica que estava passando por um tempo difícil no exercício da profissão. Ele teve a oportunidade de rezar por ela na Capela do hospital em que trabalhavam. A médica ficou muito grata pela oração.

Consultório, terra de missão

“Como ministro e discípulo da Paz, o consultório é o lugar de grande manifestação da minha missão”, afirma Pedro. Antes, o médico tinha dificuldade em conciliar o trabalho com a vocação, mas com o tempo foi percebendo que tudo que fazia dizia respeito à sua missão, principalmente como Comunidade de Aliança, que é chamada a estar no mundo anunciando o Amor e a Misericórdia de Deus. 

Segundo o consagrado, a evangelização acontece no seu dia a dia a partir do testemunho de sua experiência com Cristo Ressuscitado, muitas vezes de modo discreto e sem usar palavras; outras vezes de modo mais explícito. “Trabalho com pacientes crônicos, idosos, alguns jovens, e em cuidados paliativos. Para mim, é uma grande alegria falar de Deus no meu consultório”, comenta.

Visita a outros países

Como médico generalista, Pedro Subtil trabalha na SOBRAMFA, Educação Médica & Humanismo, em São Paulo – SP. Ele já teve a oportunidade de visitar outros países para atender pacientes e aprender mais sobre seu ofício. Um dos lugares que mais chamou sua atenção foi o Japão. “Ver o cuidado que os médicos japoneses têm com os pacientes chamou minha atenção. Eles são excelentes ouvintes. Ouvem os pacientes por muito tempo”.

Pedro também esteve nos Estados Unidos, lugar em que os pacientes têm grande interesse em entender sua enfermidade. “Os americanos gostam de tudo muito explicado e por isso pedem que os médicos falem tudo que irá acontecer com eles”. Contudo, nos lugares em que esteve, Pedro destaca que as necessidades do homem permanecem as mesmas. “O homem tem sede de Deus em qualquer língua que ele fale”.

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